Dia de caos no Centro

A semana curta devido à série de feriados que se aproximam (15 e 20 de novembro) levou muitos motoristas ao Centro de Limeira. Quem buscou a segunda-feira para adiantar compromissos, porém, deparou-se com um Centro entupido de carros e canteiros em obras.
Uma delas, feita pela prefeitura, está sendo realizada em frente à Catedral da Boa Morte, na Praça Luciano Esteves. Sarjetões começaram a ser construídos ontem e os serviços, assim como a interdição, devem seguir até a próxima quinta-feira. O reparo é feito para acertar o nível do asfalto para que se inicie, ainda este mês, o recapeamento do trecho.
De acordo com a Secretaria de Obras, esta não será a primeira e nem a última interdição. O motivo é que a prefeitura iniciou um processo de recapeamento que será feito em toda a área central. O titular da pasta, Celso Gonçalves, disse que o município irá investir R$ 4 milhões nas principais ruas da cidade. "Esta é a primeira fase. Depois de terminarmos a Barão de Campinas, vamos para a Dr. Trajano e seguiremos pelo Centro", revela o secretário.
Ontem, as obras trouxeram algumas conseqüências para os motoristas, principalmente para aqueles que vinham da Barão de Campinas. Quem passou pelo trecho reclamou do transtorno. O operador de máquinas Aguinaldo Cardoso, de 25 anos, disse que perdeu tempo vindo para o Centro devido às obras. "Acho que esse tipo de serviço deveria ser programado para o feriado, e não em uma segunda-feira", reclama.

CANOS
O trânsito parou também alguns quarteirões acima. O motivo foi o rompimento de uma rede de água, por volta das 15h30, no cruzamento da Rua Tiradentes com a Treze de Maio. "Por se tratar de uma rede antiga de ferro, o rompimento, provavelmente, foi ocasionado pelo movimento intenso de carros e veículos de grande porte", informou a Assessoria de Imprensa da Águas de Limeira.
A empresa garantiu que o trânsito seria liberado ainda ontem à noite, mas que no próximo domingo, no mesmo local, será realizada uma obra para substituir 13 metros de rede de ferro por canos de plástico de alta resistência. A troca é para evitar que outros rompimentos aconteçam.

Henry Villela