As obras que o atual governo vem colocando em prática é o que tem rendido ao prefeito Silvio Félix (PDT) aprovação de 46,5% à sua administração. Essa é a opinião de lideranças como José Carlos Pejon (PP), Lusenrique Quintal (DEM), César Cortez (PV) e Wilson Cerqueira (PT) que foram ouvidos pela reportagem da Gazeta.
Para Pejon, o índice está dentro do razoável e igual a quando ele deixou o governo em 2004 quando tinha 46% de aprovação. Como ex-prefeito ele avalia que aumentou um pouco o índice de reprovação ao governo Félix, atribuindo tal fato a, talvez, algumas promessas de governo não-cumpridas. “À medida que se chega ao final de mandato, as cobranças da população aumentam. Alguns pontos não tiveram muito destaque como a geração de emprego, a instalação da ex-Febem, a polêmica do transporte coletivo, plano de carreira e agora mais recentemente a questão envolvendo a merenda escolar”, declarou.
Cortez também considerou o índice razoável, sem novidades. Em sua avaliação, os 46,5% não interferem na disputa eleitoral que mostra que a realização de obras sustentam um governo.
Cortez acredita que Félix deveria dar prioridade a investimentos maciços na área social, na da saúde e na da educação.
Quintal tem a mesma opinião de Cortez, mas acredita que só obras não sustentam o governo por muito mais tempo. “Isso acontecia no passado, quando não tínhamos estrada duplicada e outros benefícios. Se funcionasse, o Lula faria obras”, declarou, lembrando que o abandono da área social em Limeira está refletindo no índice de reprovação do atual governo que vem subindo junto com o índice de rejeição do prefeito.
Já o petista Wilson Cerqueira achou que Félix estaria com um porcentual acima dos 50% em função das obras que vem realizando na cidade.
Ele também acredita que seu índice deve crescer pelo fato de ter a máquina administrativa nas mãos e estar sempre em evidência na mídia.
O prefeito Silvio Félix (PDT) não quis comentar sobre o assunto bem como o ex-prefeito, Pedrinho Kühl (PSDB) que prefere esperar a definição de sua situação política para depois fazer qualquer tipo de pronunciamento.
Para Pejon, o índice está dentro do razoável e igual a quando ele deixou o governo em 2004 quando tinha 46% de aprovação. Como ex-prefeito ele avalia que aumentou um pouco o índice de reprovação ao governo Félix, atribuindo tal fato a, talvez, algumas promessas de governo não-cumpridas. “À medida que se chega ao final de mandato, as cobranças da população aumentam. Alguns pontos não tiveram muito destaque como a geração de emprego, a instalação da ex-Febem, a polêmica do transporte coletivo, plano de carreira e agora mais recentemente a questão envolvendo a merenda escolar”, declarou.
Cortez também considerou o índice razoável, sem novidades. Em sua avaliação, os 46,5% não interferem na disputa eleitoral que mostra que a realização de obras sustentam um governo.
Cortez acredita que Félix deveria dar prioridade a investimentos maciços na área social, na da saúde e na da educação.
Quintal tem a mesma opinião de Cortez, mas acredita que só obras não sustentam o governo por muito mais tempo. “Isso acontecia no passado, quando não tínhamos estrada duplicada e outros benefícios. Se funcionasse, o Lula faria obras”, declarou, lembrando que o abandono da área social em Limeira está refletindo no índice de reprovação do atual governo que vem subindo junto com o índice de rejeição do prefeito.
Já o petista Wilson Cerqueira achou que Félix estaria com um porcentual acima dos 50% em função das obras que vem realizando na cidade.
Ele também acredita que seu índice deve crescer pelo fato de ter a máquina administrativa nas mãos e estar sempre em evidência na mídia.
O prefeito Silvio Félix (PDT) não quis comentar sobre o assunto bem como o ex-prefeito, Pedrinho Kühl (PSDB) que prefere esperar a definição de sua situação política para depois fazer qualquer tipo de pronunciamento.
| |
Jornalista: Andréa Crott