Piracicaba e Rio Claro superam Limeira

Um dia depois de o Jornal de Limeira publicar que o município tem o pior índice de emprego industrial entre diretorias regionais de Piracicaba, Rio Claro, Americana e Santa Bárbara do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), conforme balanço da entidade patronal, o resultado nada animador é reforçado por meio das informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
Ao comparar a quantidade de registros de carteiras assinadas no mês de agosto entre as cinco cidades da região, Limeira obtém resultados tímidos. A cidade registrou no mês passado 2.531 profissionais no mercado formal, mas demitiu outros 2.067 trabalhadores. O saldo das contratações e demissões foi de 467 - variação positiva de 0,77%.
Já os números do Caged de Piracicaba revelam um desempenho mais sólido. O município criou 4.290 empregos formais e eliminou do mercado 3.182 empregados, porém, conseguiu manter uma saldo positivo de 1.108 vagas preenchidas - variação de 1,13%. Depois de Piracicaba, outra cidade que mostrou maior fôlego econômico foi Rio Claro. Na cidade, o saldo de empregados e desempregados foi de 1,07%. Contratou 2.323 profissionais e dispensou 1.825, mantendo 508 postos. Depois de Limeira, Americana aparece em quarto lugar. O número de carteiras assinadas em Americana chama a atenção - atingiu 3.198. Quantidade batida apenas pelo nível de contratações em Piracicaba no mesmo período. Americana, porém, lidera o ranking das demissões entre as cidades avaliadas. O município vizinho fechou 2.808 vagas, mantendo apenas 390 postos de trabalho - variação de 0,60%.
Enquanto que o cenário em Iracemápolis não é nada animador, de acordo com os números do Caged. Foram 200 carteiras assinadas e 189 dispensas, 11 vagas mantidas e uma variação de 0,15%. A lanterna na geração de registros formais de emprego ficou com Cordeirópolis. Na cidade, houve mais demissões do que contratações em agosto. Foram registradas 268 carteiras assinadas, mas houve desligamento de 288 trabalhadores - saldo negativo de 11 vagas.


JL - Paulo Corrêa