Estudantes terão boletim impresso a cada bimestre

Pais e responsáveis de alunos incluídos na rede estadual de Ensino, poderão ter maior controle sobre notas, faltas e comportamento dos filhos, a partir do próximo mês.
A informação é da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Educação.
Com investimento de cerca de R$ 1 milhão por ano, a Secretaria irá implantar de duas a quatro impressoras laser, consideradas entre as mais modernas do mundo, nas 94 Diretorias de Ensino espalhadas pelo Estado, de acordo com a necessidade. Este recurso financeiro já inclui estimativa de manutenção e outros gastos, como com papel. As Diretorias de Ensino enviarão às escolas os boletins, que serão entregues aos pais (para menores de idade) ou aos alunos (maiores de 18 anos).
Entre as Diretorias, também está incluída a de Limeira. Ontem, a reportagem entrou em contato com a autarquia local para informar mais detalhes sobre o assunto, mas não houve retorno até o fechamento desta edição. Conforme a Assessoria, serão cerca de 4,7 milhões de boletins a cada dois meses. As impressoras também serão utilizadas para as outras necessidades das escolas, substituindo modelos antigos hoje em funcionamento.

ON-LINE

No semestre passado, a Secretaria lançou o boletim on-line, disponibilizado na Internet pelo www.educacao.sp.gov.br. Todos os alunos da rede estadual já têm acesso às suas notas pelo portal, digitando o número de Registro Acadêmico (RA). Mas, conforme a Assessoria, foi percebida a necessidade de implantar o boletim impresso sendo entregue diretamente nas escolas, aos pais. Além de notas e faltas, este novo boletim terá comentários do professor sobre o aluno. No último bimestre os alunos estaduais receberam cópias impressas dos boletins, o que será rotineiro agora. A intenção é o que os pais acompanhem a evolução dos filhos na escola.
A Secretaria também determinou que todos os professores do Estado tenham apenas um método de avaliação: notas cheias de 0 a 10. Assim como nos quesitos A, B, C, D e E, não será mais possível avaliar os alunos com números “quebrados”, mas apenas inteiros. (RR)


Jornalista: Gazeta de Limeira