O muro lateral da escola estadual Castello Branco, situado na rua João Carlos Batista Levy, foi interditado pela Defesa Civil, a pedido da direção da escola. Segundo a diretora, Silvia Augusta Camargo de Luca, a interdição foi realizada no final de junho devido à possibilidade de desabamento do muro.
Silvia explicou que o muro está antigo e uma árvore situada no interior da escola, aumentou o risco de desabamento do local. “Nós entramos com um pedido de verba para a diretoria de ensino e estamos aguardando uma resposta. Esta árvore precisa ser retirada e o muro demolido, por isso achamos mais prudente isolar a área”, contou. No local, cavaletes e faixas isolam a área e a diretoria pintou no muro, em tinta vermelha, frase de aviso, “Perigo”, “Não estacione” e “Não utilizar a calçada”. “Nós pintamos o muro para alertar as pessoas, principalmente os alunos, porque apesar das faixas, eles ainda insistem em andar pelo local. Agora solicitamos à Prefeitura que sejam colocados tapumes para realmente isolar a área”, falou. Silvia também está orientando diariamente os alunos para a não utilização da calçada interditada.
BAGUNÇA
O encontro na saída dos alunos da tarde com os da noite tem gerado reclamações dos moradores locais, que se sentem incomodados com a bagunça em frente de suas residências. “Eles falam alto, é moto que pára aqui, os grupinhos que se encontram e ficam tumultuando a rua. Atrapalha a vizinhança e muitas vezes, eles até picham os nossos muros”, declarou a moradora Maria Lázara Toledo. Segundo a inspetora do Pelotão Escolar, GM Cássia, a ronda escolar passa diariamente pelo local, mas intensificará o trabalho. “Hoje havia guardas o dia todo na escola, mas são 18 GMs para 72 escolas, por isso fazemos um revezamento. Mas iremos intensificar a ronda no final da tarde”, finalizou. (SA)
Jornalista: Gazeta de Limeira