Os moradores da rua Prof. Fernando Corrêa da Silva, que liga a rua Paraná à rua Eduardo Peixoto, no Jardim Nova Europa não suportam mais as más condições em que se encontra a via. A rua está toda esburacada desde a interdição do Anel Viário, que aconteceu há quase dois anos.
Com o Anel Viário em obras, o trânsito foi desviado para a via e o aumento do fluxo de carros e caminhões danificou o asfalto. Até hoje não foram feitas manutenções.“Esta rua está a maior baderna que pode existir em Limeira. Aqui era uma beleza”. Indignado, assim se sente o morador da rua Prof. Fernando Corrêa da Silva, Osmar Barbosa, que observa entristecido as péssimas condições em que se encontra a rua em que ele mora há 14 anos.
“Está uma situação crítica, nós cobramos da Prefeitura e a única resposta que nos dão há anos é que a rua será consertada quando for feita a duplicação do Anel Viário. Mas quanto tempo mais isso vai demorar?”, declarou Osmar. Segundo informações da Assessoria Geral de Comunicação da Prefeitura, de acordo com a Secretaria de Obras a rua não terá reparos definitivos por enquanto, pois faz parte das obras que ocorrerão juntamente com a duplicação do Anel Viário, que começará dentro dos próximos dias, já que só falta assinar contrato com a empresa que ganhou a licitação para realizar as obras.
Assim que começarem as obras de duplicação do Anel Viário, a rua será refeita. Mas até serem feitos os reparos necessários na via, os carros continuam sendo danificados e os moradores sofrem com o risco de acidentes. “Minha filha já caiu da moto. Mas o pior foi quando o carro deslizou nas pedras e bateu no poste. Nós ficamos com medo e estamos desviando o caminho”, contou a dona de casa Sueli Silva, que mora há 19 anos na rua.
Segundo Sueli, além dos buracos, em épocas de chuva, os moradores precisam conter o lixo e o entulho que desce em frente às suas casas. “Já reclamamos e a Prefeitura veio limpar. Mas não adianta, eu tive que pagar para uma empresa limpar a frente da minha casa”, falou Sueli. Apesar da rua não ser mais usada como desvio, no final da tarde, quando o Anel Viário fica congestionado, vários carros e caminhões usam a via como uma rota de fuga. “Esta rua tem um fluxo grande, até de caminhões. Além dos buracos, tem a poeira e o mato alto que cresceu dentro dos buracos”, desabafou Osmar. (SA)
Jornalista: Gazeta de Limeira